Escuta Ativa

Escuta Ativa

Parece que hoje temos mais pessoas falando e menos gente disposta a ouvir. Um aspecto grave dos contextos de disputa é a usual disposição prévia para um confronto, ao invés de um diálogo. Para dialogar com alguém é imprescindível, antes e durante, entender o contexto histórico, de vida e as experiências de quem fala. Respeitar a fala é ouvir com abertura para a compreensão, e não para o ataque.

Mas escutar ativamente não significa ceder ou mudar de opinião, e sim estabelecer uma conversa sem a intencionalidade única de menosprezar, contestar ou gerar uma atmosfera de ódio. É possível que trocas aconteçam mesmo quando divergências se mantêm, e convergências também podem nascer. Para se abrir ao verdadeiro diálogo, além da escuta, é também importante cuidar da fala, como se aborda a questão e a quem nos dirigimos. Para escutar é preciso reconhecer a voz da outra pessoa, e, quem sabe, até mesmo descobrir como ela pode nos transformar.

RJ: Complexo do Alemão recebe oficinas sobre comunicação em direitos humanos

Os encontros pretendem repensar as perspectivas das mídias hegemônicas e provocar o olhar dos participantes para a criação de conteúdos com novas narrativas

Instituto Vladimir Herzog promove debate “Interesse público: As vozes de 2013” sobre as Jornadas de Junho

O Instituto Vladimir Herzog, com apoio do Centro Universitário Maria Antonia – Universidade de São Paulo…

Usina de valores promove oficina aberta sobre análise de conteúdo com uma perspectiva racial

A oficina foi desenvolvida com base na pesquisa “Narrativas brancas, mortes negras”. Durante um ano, os pesquisadores analisaram a cobertura da Folha de S.Paulo sobre a crise do sistema carcerário, como foi chamada na época, entre os dias 1 e 14 de janeiro de 2017.